Zubeldía sob pressão: números superam Diniz, Renato e Mano no Flu
Redação Sou Tricolor de Coração
Mesmo enfrentando críticas da torcida, Luis Zubeldía apresenta um desempenho superior ao de seus antecessores no Fluminense. O técnico argentino encara um momento conturbado após o empate com o Vitória, mas seus números ainda são positivos, mantendo o Tricolor na briga em várias competições.
Luis Zubeldía vive um dos períodos mais delicados desde que assumiu o comando do Fluminense. Após o empate em 2 a 2 contra o Vitória no Maracanã, o treinador argentino foi alvo de vaias e críticas da torcida, que o chamou de "burro". No entanto, ao comparar seus números com os de técnicos anteriores, Zubeldía apresenta um retrospecto positivo.
Mesmo sob pressão, Zubeldía tem um aproveitamento de 61,8% desde que chegou ao Fluminense, superior ao de Fernando Diniz (58,0%), Renato Gaúcho (57,7%) e Mano Menezes (51,0%). Com 48 jogos no currículo, ele acumula 26 vitórias, 11 empates e 11 derrotas. Além disso, o Fluminense de Zubeldía tem se mostrado sólido defensivamente, sofrendo apenas 44 gols, o que resulta em uma média de 0,9 gol por partida, igualando a marca de Mano Menezes e superando Diniz e Renato.
Por mais que os números gerais sejam promissores, a recente sequência de resultados deixou o argentino na berlinda. O Fluminense venceu apenas duas das últimas oito partidas, com tropeços importantes, especialmente na Libertadores. Recém-saído de um empate dramático na Argentina e uma derrota para o Independiente Rivadavia no Maracanã, o time se encontra em situação complicada no torneio.
No Brasileirão, apesar de ainda figurar na parte superior da tabela, a equipe viu seu desempenho cair nas rodadas recentes. Em entrevista após o empate contra o Vitória, Zubeldía reconheceu o desgaste e a pressão crescente.
"Quando os resultados não vêm e não jogamos ou vencemos como todos esperam, conhecemos as consequências. A torcida tem todo o direito de apoiar ou criticar, pois paga ingresso para isso. Precisamos mostrar que podemos voltar a vencer e atingir os objetivos do clube. Hoje esperávamos ganhar, não conseguimos, então é normal a reprovação. Ainda temos a Libertadores, que depende de nós, e também a Copa do Brasil pela frente. Temos que trabalhar para que os resultados mudem, para que a equipe recupere a confiança, jogue bem e volte a vencer", disse o treinador.
Zubeldía também enfrenta questionamentos sobre decisões técnicas, como a escolha de deixar o artilheiro John Kennedy no banco em jogos decisivos da Libertadores, optando por Rodrigo Castillo. Contudo, Kennedy continua mostrando seu valor, salvando o time em momentos críticos.
A irritação da torcida também cresceu devido à insistência do técnico em manter jogadores em má fase e à demora nas substituições. A situação de Zubeldía, que já foi considerado um dos melhores trabalhos do país, agora depende de resultados imediatos para se reverter.
Apesar do momento turbulento, o Fluminense continua vivo na Libertadores, na Copa do Brasil e luta entre os primeiros colocados do Brasileirão. Porém, as expectativas mudaram, e os aplausos foram substituídos por vaias.
A definição do futuro de Zubeldía deve ocorrer antes da pausa para a Copa do Mundo, com uma sequência decisiva de jogos nos próximos dias. Na terça-feira (11), o Tricolor enfrenta o Operário pela Copa do Brasil, seguido por um confronto vital contra o Bolívar na Libertadores, onde precisa vencer por três gols de diferença para seguir com chances de classificação. Para garantir a vaga no mata-mata, será preciso vencer o La Guaira na rodada final.
Mesmo sob pressão, Zubeldía tem um aproveitamento de 61,8% desde que chegou ao Fluminense, superior ao de Fernando Diniz (58,0%), Renato Gaúcho (57,7%) e Mano Menezes (51,0%). Com 48 jogos no currículo, ele acumula 26 vitórias, 11 empates e 11 derrotas. Além disso, o Fluminense de Zubeldía tem se mostrado sólido defensivamente, sofrendo apenas 44 gols, o que resulta em uma média de 0,9 gol por partida, igualando a marca de Mano Menezes e superando Diniz e Renato.
Por mais que os números gerais sejam promissores, a recente sequência de resultados deixou o argentino na berlinda. O Fluminense venceu apenas duas das últimas oito partidas, com tropeços importantes, especialmente na Libertadores. Recém-saído de um empate dramático na Argentina e uma derrota para o Independiente Rivadavia no Maracanã, o time se encontra em situação complicada no torneio.
No Brasileirão, apesar de ainda figurar na parte superior da tabela, a equipe viu seu desempenho cair nas rodadas recentes. Em entrevista após o empate contra o Vitória, Zubeldía reconheceu o desgaste e a pressão crescente.
"Quando os resultados não vêm e não jogamos ou vencemos como todos esperam, conhecemos as consequências. A torcida tem todo o direito de apoiar ou criticar, pois paga ingresso para isso. Precisamos mostrar que podemos voltar a vencer e atingir os objetivos do clube. Hoje esperávamos ganhar, não conseguimos, então é normal a reprovação. Ainda temos a Libertadores, que depende de nós, e também a Copa do Brasil pela frente. Temos que trabalhar para que os resultados mudem, para que a equipe recupere a confiança, jogue bem e volte a vencer", disse o treinador.
Zubeldía também enfrenta questionamentos sobre decisões técnicas, como a escolha de deixar o artilheiro John Kennedy no banco em jogos decisivos da Libertadores, optando por Rodrigo Castillo. Contudo, Kennedy continua mostrando seu valor, salvando o time em momentos críticos.
A irritação da torcida também cresceu devido à insistência do técnico em manter jogadores em má fase e à demora nas substituições. A situação de Zubeldía, que já foi considerado um dos melhores trabalhos do país, agora depende de resultados imediatos para se reverter.
Apesar do momento turbulento, o Fluminense continua vivo na Libertadores, na Copa do Brasil e luta entre os primeiros colocados do Brasileirão. Porém, as expectativas mudaram, e os aplausos foram substituídos por vaias.
A definição do futuro de Zubeldía deve ocorrer antes da pausa para a Copa do Mundo, com uma sequência decisiva de jogos nos próximos dias. Na terça-feira (11), o Tricolor enfrenta o Operário pela Copa do Brasil, seguido por um confronto vital contra o Bolívar na Libertadores, onde precisa vencer por três gols de diferença para seguir com chances de classificação. Para garantir a vaga no mata-mata, será preciso vencer o La Guaira na rodada final.