Zubeldía enfrenta desafios para manter continuidade no Fluminense em 2026
Redação Sou Tricolor de Coração
O Fluminense, apesar de avançar na Copa do Brasil, vive desafios para manter uma escalação consistente em 2026. Lesões e mudanças táticas têm forçado o técnico Luis Zubeldía a experimentar diversas formações, acumulando 24 escalações diferentes no ano.
O Fluminense conseguiu mais uma vitória importante ao vencer o Operário-PR por 2 a 1 no Maracanã, garantindo sua vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. Este triunfo representou um dos objetivos traçados pelo clube para o primeiro semestre. A partida contou com uma formação considerada "ideal" pela comissão técnica tricolor, trazendo esperança aos torcedores.
Entretanto, essa foi a 24ª escalação diferente utilizada pelo técnico Luis Zubeldía em 2026. O comandante argentino enfrenta dificuldades para repetir o time em campo, devido a uma série de fatores, como lesões, controle de carga e suspensões. A situação se complicou recentemente com a lesão de dois jogadores-chave: o meia Lucho Acosta, que vinha sendo destaque na temporada, e o volante Martinelli, afastado por uma lesão grau 3 na coxa esquerda desde o mês passado.
A ausência de Martinelli tem obrigado Zubeldía a modificar constantemente o meio de campo. O treinador testou várias combinações, utilizando Nonato, Bernal e Alisson ao lado de Hércules. As mudanças não se restringiram ao meio de campo, afetando também a zaga, as laterais e o ataque.
Desde a estreia de Zubeldía contra o Grêmio, na primeira rodada do Brasileirão, o Fluminense já disputou 27 partidas, conseguindo repetir a escalação apenas três vezes. A última sequência aconteceu entre a semifinal e a final do Campeonato Carioca, contra Vasco e Flamengo.
Após essas partidas, Guga e Guilherme Arana assumiram as laterais, enquanto Martinelli sofreu sua lesão e Serna perdeu espaço para Savarino, recém-contratado. No ataque, John Kennedy e Castillo passaram a se alternar entre os titulares.
Apesar das mudanças, Zubeldía conseguiu manter uma base sólida no time. Fábio continua sendo o goleiro de confiança; Freytes lidera a zaga; Martinelli e Hércules formam o coração do meio de campo quando disponíveis; Lucho Acosta é o cérebro na criação das jogadas; e Canobbio é presença constante pelo lado direito do ataque. Savarino e John Kennedy também se firmaram na equipe titular.
O início do ano foi marcado por um contratempo para Zubeldía, que precisou se ausentar de quatro jogos devido a um procedimento de saúde. Apesar disso, o técnico segue firme na missão de consolidar o Fluminense na temporada, superando os desafios e buscando a tão desejada continuidade no time titular.
Entretanto, essa foi a 24ª escalação diferente utilizada pelo técnico Luis Zubeldía em 2026. O comandante argentino enfrenta dificuldades para repetir o time em campo, devido a uma série de fatores, como lesões, controle de carga e suspensões. A situação se complicou recentemente com a lesão de dois jogadores-chave: o meia Lucho Acosta, que vinha sendo destaque na temporada, e o volante Martinelli, afastado por uma lesão grau 3 na coxa esquerda desde o mês passado.
A ausência de Martinelli tem obrigado Zubeldía a modificar constantemente o meio de campo. O treinador testou várias combinações, utilizando Nonato, Bernal e Alisson ao lado de Hércules. As mudanças não se restringiram ao meio de campo, afetando também a zaga, as laterais e o ataque.
Desde a estreia de Zubeldía contra o Grêmio, na primeira rodada do Brasileirão, o Fluminense já disputou 27 partidas, conseguindo repetir a escalação apenas três vezes. A última sequência aconteceu entre a semifinal e a final do Campeonato Carioca, contra Vasco e Flamengo.
Após essas partidas, Guga e Guilherme Arana assumiram as laterais, enquanto Martinelli sofreu sua lesão e Serna perdeu espaço para Savarino, recém-contratado. No ataque, John Kennedy e Castillo passaram a se alternar entre os titulares.
Apesar das mudanças, Zubeldía conseguiu manter uma base sólida no time. Fábio continua sendo o goleiro de confiança; Freytes lidera a zaga; Martinelli e Hércules formam o coração do meio de campo quando disponíveis; Lucho Acosta é o cérebro na criação das jogadas; e Canobbio é presença constante pelo lado direito do ataque. Savarino e John Kennedy também se firmaram na equipe titular.
O início do ano foi marcado por um contratempo para Zubeldía, que precisou se ausentar de quatro jogos devido a um procedimento de saúde. Apesar disso, o técnico segue firme na missão de consolidar o Fluminense na temporada, superando os desafios e buscando a tão desejada continuidade no time titular.