Zubeldía encara desafios no Flu para enfrentar Independiente Rivadavia
Redação Sou Tricolor de Coração
O Fluminense precisa superar desfalques importantes para enfrentar o Independiente Rivadavia pela Libertadores. Com problemas no meio-campo e a necessidade urgente de vitória, o técnico Luis Zubeldía busca alternativas para levar o Tricolor das Laranjeiras a um resultado positivo e manter vivas as esperanças de classificação.
O Fluminense chega à partida contra o Independiente Rivadavia, nesta quarta-feira (6), pela Libertadores, sob pressão e com desafios significativos para montar o time. O técnico Luis Zubeldía enfrenta a missão de lidar com desfalques importantes e incertezas físicas no elenco às vésperas de um confronto decisivo.
A principal baixa é Facundo Bernal, suspenso após a expulsão na partida contra o Bolívar, em La Paz. Ele seria uma peça-chave para substituir Martinelli, que se recupera de uma contusão no reto femoral da coxa esquerda e não deve retornar antes da paralisação para a Copa do Mundo. A ausência desses jogadores enfraquece a força física e a capacidade de organização do meio-campo, obrigando Zubeldía a redesenhar a equipe em um dos jogos mais importantes da temporada.
A provável formação do meio-campo conta com Nonato, Hércules e Savarino. Nonato, entretanto, ainda busca ritmo após retornar recentemente de lesão e fez sua reestreia contra o Internacional. Outra alternativa é Lucho Acosta, que se recuperou de uma lesão ligamentar no joelho esquerdo e voltou a treinar, embora sua participação ainda seja incerta e, se acontecer, deverá ser de forma controlada.
Dada a necessidade de vitória, Zubeldía pode adotar uma abordagem mais ofensiva, considerando a possibilidade de escalar dois centroavantes: John Kennedy e Castillo. A dupla vem sendo trabalhada nos últimos jogos e tem mostrado bom desempenho, com John Kennedy se destacando quando atua ao lado de um jogador de referência, enquanto Castillo se torna mais ameaçador nas jogadas aéreas.
Essa estratégia pode levar o time a abrir mão de um ponta, com Soteldo e Serna disputando uma vaga, e permitir que Savarino atue com mais liberdade pelos lados e na criação, configurando uma formação mais ofensiva, semelhante a um 4-2-4.
Os prováveis times são: Fábio; Guga, Jemmes (Ignácio), Freytes e Renê (Arana); Hércules e Nonato; Savarino, Canobbio, John Kennedy e Castillo. Ou, Fábio; Guga, Jemmes (Ignácio), Freytes e Renê (Arana); Hércules, Nonato e Savarino; Serna (Soteldo), Canobbio e Castillo.
Os problemas de escalação surgem em um momento crítico. O Fluminense se encontra na lanterna do Grupo C, com apenas um ponto, e precisa de uma vitória fora de casa para manter vivas as chances de classificação. O clima de pressão aumenta com os resultados negativos recentes, colocando o trabalho da temporada em risco. Uma vitória sobre os argentinos, líderes do grupo, não apenas pode mudar a maré, mas também devolver ao Tricolor o controle de seu destino na competição.
A principal baixa é Facundo Bernal, suspenso após a expulsão na partida contra o Bolívar, em La Paz. Ele seria uma peça-chave para substituir Martinelli, que se recupera de uma contusão no reto femoral da coxa esquerda e não deve retornar antes da paralisação para a Copa do Mundo. A ausência desses jogadores enfraquece a força física e a capacidade de organização do meio-campo, obrigando Zubeldía a redesenhar a equipe em um dos jogos mais importantes da temporada.
A provável formação do meio-campo conta com Nonato, Hércules e Savarino. Nonato, entretanto, ainda busca ritmo após retornar recentemente de lesão e fez sua reestreia contra o Internacional. Outra alternativa é Lucho Acosta, que se recuperou de uma lesão ligamentar no joelho esquerdo e voltou a treinar, embora sua participação ainda seja incerta e, se acontecer, deverá ser de forma controlada.
Dada a necessidade de vitória, Zubeldía pode adotar uma abordagem mais ofensiva, considerando a possibilidade de escalar dois centroavantes: John Kennedy e Castillo. A dupla vem sendo trabalhada nos últimos jogos e tem mostrado bom desempenho, com John Kennedy se destacando quando atua ao lado de um jogador de referência, enquanto Castillo se torna mais ameaçador nas jogadas aéreas.
Essa estratégia pode levar o time a abrir mão de um ponta, com Soteldo e Serna disputando uma vaga, e permitir que Savarino atue com mais liberdade pelos lados e na criação, configurando uma formação mais ofensiva, semelhante a um 4-2-4.
Os prováveis times são: Fábio; Guga, Jemmes (Ignácio), Freytes e Renê (Arana); Hércules e Nonato; Savarino, Canobbio, John Kennedy e Castillo. Ou, Fábio; Guga, Jemmes (Ignácio), Freytes e Renê (Arana); Hércules, Nonato e Savarino; Serna (Soteldo), Canobbio e Castillo.
Os problemas de escalação surgem em um momento crítico. O Fluminense se encontra na lanterna do Grupo C, com apenas um ponto, e precisa de uma vitória fora de casa para manter vivas as chances de classificação. O clima de pressão aumenta com os resultados negativos recentes, colocando o trabalho da temporada em risco. Uma vitória sobre os argentinos, líderes do grupo, não apenas pode mudar a maré, mas também devolver ao Tricolor o controle de seu destino na competição.