Saudades do Monstro: Impacto da saída de Thiago Silva ainda é sentido no Fluminense
Redação Sou Tricolor de Coração
A defesa do Fluminense enfrenta um de seus momentos mais críticos desde a saída de Thiago Silva. Os números comprovam que o zagueiro elevou a solidez defensiva do time, e sua ausência deixou uma lacuna difícil de preencher. Enquanto o defensor permanece no mercado, a torcida tricolor sonha com seu retorno.
O Fluminense atravessa uma fase complicada em seu setor defensivo, e a ausência de Thiago Silva, que recentemente encerrou seu contrato com o Porto, reacende a discussão sobre a carência deixada pelo zagueiro. Mesmo sem negociações em andamento, a possibilidade de um retorno do ídolo cria expectativa entre os torcedores tricolores.
Desde que Thiago Silva deixou o clube, o Fluminense sofreu gols em oito jogos consecutivos, acumulando 11 tentos sofridos nesse período. Antes de sua chegada, a equipe tinha um desempenho defensivo mais frágil, com média de 1,1 gol sofrido por jogo e cedendo 1,9 grandes chances aos adversários. Com o Monstro em campo, essas estatísticas melhoraram significativamente, com o time passando a sofrer 0,9 gol por partida e diminuindo as chances oferecidas para 1,4. O aproveitamento do Fluminense também se elevou, saltando para 57,3% em 107 jogos durante sua passagem.
Além dos números impressionantes, a presença de Thiago Silva trouxe qualidade e liderança para a linha defensiva. Exemplo disso foi a performance na Copa do Mundo de Clubes de 2025, onde ao lado de Ignacio e Freytes, o zagueiro conduziu a equipe em atuações brilhantes contra adversários de peso no cenário internacional. Hoje, Ignacio é titular e um dos pilares do time, mas a defesa do Fluminense ainda sente a falta da organização e da liderança de Thiago.
As estatísticas não mentem: antes do retorno de Thiago, o Fluminense cometeu quatro erros que resultaram em gols adversários em 50 partidas. Com ele, esses erros caíram para dez em 107 jogos. Desde sua saída, o time já teve seis falhas em apenas 33 confrontos, voltando a sofrer 1,1 gol por jogo e permitindo 1,6 grandes chances aos oponentes.
A saída antecipada de Thiago Silva no final do ano passado, cerca de seis meses antes do previsto, deixou uma lacuna evidente no elenco. Na época, mesmo com esforços da diretoria para mantê-lo, o desejo do zagueiro de retornar ao futebol europeu prevaleceu. Em uma entrevista recente, Thiago revelou que a chegada antecipada do técnico Luis Zubeldía poderia ter mudado sua decisão.
Livre no mercado, Thiago Silva ainda não decidiu se continuará jogando ou se dará início a uma nova fase fora dos gramados. Enquanto isso, o Fluminense segue buscando soluções para estabilizar sua defesa, sonhando com o retorno do zagueiro que, quase sozinho, trouxe segurança ao sistema defensivo tricolor.
O próximo desafio do Fluminense será contra o Mirassol, no sábado (23), pelo Campeonato Brasileiro, em mais uma batalha onde a estabilidade defensiva será crucial.
Desde que Thiago Silva deixou o clube, o Fluminense sofreu gols em oito jogos consecutivos, acumulando 11 tentos sofridos nesse período. Antes de sua chegada, a equipe tinha um desempenho defensivo mais frágil, com média de 1,1 gol sofrido por jogo e cedendo 1,9 grandes chances aos adversários. Com o Monstro em campo, essas estatísticas melhoraram significativamente, com o time passando a sofrer 0,9 gol por partida e diminuindo as chances oferecidas para 1,4. O aproveitamento do Fluminense também se elevou, saltando para 57,3% em 107 jogos durante sua passagem.
Além dos números impressionantes, a presença de Thiago Silva trouxe qualidade e liderança para a linha defensiva. Exemplo disso foi a performance na Copa do Mundo de Clubes de 2025, onde ao lado de Ignacio e Freytes, o zagueiro conduziu a equipe em atuações brilhantes contra adversários de peso no cenário internacional. Hoje, Ignacio é titular e um dos pilares do time, mas a defesa do Fluminense ainda sente a falta da organização e da liderança de Thiago.
As estatísticas não mentem: antes do retorno de Thiago, o Fluminense cometeu quatro erros que resultaram em gols adversários em 50 partidas. Com ele, esses erros caíram para dez em 107 jogos. Desde sua saída, o time já teve seis falhas em apenas 33 confrontos, voltando a sofrer 1,1 gol por jogo e permitindo 1,6 grandes chances aos oponentes.
A saída antecipada de Thiago Silva no final do ano passado, cerca de seis meses antes do previsto, deixou uma lacuna evidente no elenco. Na época, mesmo com esforços da diretoria para mantê-lo, o desejo do zagueiro de retornar ao futebol europeu prevaleceu. Em uma entrevista recente, Thiago revelou que a chegada antecipada do técnico Luis Zubeldía poderia ter mudado sua decisão.
Livre no mercado, Thiago Silva ainda não decidiu se continuará jogando ou se dará início a uma nova fase fora dos gramados. Enquanto isso, o Fluminense segue buscando soluções para estabilizar sua defesa, sonhando com o retorno do zagueiro que, quase sozinho, trouxe segurança ao sistema defensivo tricolor.
O próximo desafio do Fluminense será contra o Mirassol, no sábado (23), pelo Campeonato Brasileiro, em mais uma batalha onde a estabilidade defensiva será crucial.