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Racismo e homofobia marcam jogo do Fluminense no Brasileirão Feminino

Redação Sou Tricolor de Coração
Racismo e homofobia marcam jogo do Fluminense no Brasileirão Feminino

Durante a vitória do Fluminense por 2 a 0 sobre o Mixto no Brasileirão Feminino, a atacante Keké foi alvo de ofensas racistas e homofóbicas. O protocolo antirracista foi acionado pela arbitragem, e o Flu manifestou-se firmemente em apoio à sua jogadora.

Num triste episódio que ofuscou a vitória do Fluminense por 2 a 0 sobre o Mixto no Campeonato Brasileiro Feminino, a atacante Keké foi vítima de racismo e homofobia. As ofensas partiram de um torcedor durante o primeiro tempo do confronto realizado no Estádio Gaspar Dutra, em Cuiabá, Mato Grosso.

O jogo, disputado no último domingo, viu a arbitragem, comandada por Adriana Costa Farias, agir de imediato ao ativar o protocolo antirracista, após as reclamações das atletas do Fluminense.

Em resposta, o Fluminense emitiu uma nota repudiando veementemente os atos ocorridos. O clube enfatizou seu compromisso com a proteção e o respeito por todas as suas jogadoras, garantindo que estará atento aos desdobramentos do caso e espera que o culpado seja devidamente punido conforme a lei.

A equipe tricolor, sob o comando do técnico Saulo Silva, volta a campo na próxima sexta-feira, quando enfrentará o Atlético-MG pela nona rodada do Brasileirão Feminino A1. O duelo está marcado para as 15h na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, Minas Gerais.

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Redação Sou Tricolor de Coração

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