Mudança de estratégia: Zubeldía e o espaço reduzido para a base de Xerém
Redação Sou Tricolor de Coração
Desde a chegada de Luis Zubeldía, a utilização dos jovens talentos de Xerém no Fluminense tem diminuído consideravelmente. Mesmo com desafios na zaga, o treinador optou por não relacionar jogadores da base, mostrando uma nova abordagem que contrasta com a de técnicos anteriores.
O Fluminense vive um momento de reflexão sobre a utilização de seus talentos formados em Xerém. Desde a chegada de Luis Zubeldía, a presença dos jovens nas competições tem sido cada vez menor. Isso ficou evidente no recente empate sem gols contra o Vasco, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Com apenas dois zagueiros disponíveis, o técnico argentino optou por não convocar defensores formados no clube.
Uma análise detalhada revela que Zubeldía é o treinador que menos aproveitou a base entre os últimos quatro comandantes do Tricolor. Considerando apenas os jogadores "sub-22", ou seja, com até 22 anos, o aproveitamento é o menor. Desde que assumiu, ele utilizou dez atletas da base, mas oito deles jogaram apenas no Campeonato Carioca. No total, a contribuição dos jovens representou apenas 1,66% dos minutos jogados pela equipe sob seu comando.
Dos dez atletas da base utilizados por Zubeldía, apenas Riquelme Felipe e Wesley Natã tiveram oportunidade fora do estadual. Enquanto Riquelme somou cinco participações no Campeonato Brasileiro, Wesley atuou em uma partida do Brasileirão e outra da Libertadores. Os demais, como Matheus Reis e Júlio Fidelis, só receberam chances no Carioca. Algumas dessas promessas acabaram emprestadas ou deixaram o clube, como Davi Schuindt, que se transferiu para o futebol português.
Comparando com técnicos anteriores, como Fernando Diniz e Mano Menezes, que integraram jovens como parte da estrutura principal, percebe-se uma mudança clara. Mesmo Renato Gaúcho, que utilizou menos a base, distribuiu as oportunidades em diferentes competições, ao contrário de Zubeldía, que concentrou as participações apenas no estadual.
No clássico contra o Vasco, a ausência de reforços da base foi debatida novamente. Mesmo sem Thiago Silva, Freytes, Millán e Jemmes, Zubeldía decidiu não levar um defensor de Xerém para compor o banco. Após o jogo, o treinador justificou a decisão afirmando que, no momento, não vê um zagueiro da base pronto para o elenco principal.
Davi Schuindt, um dos jovens mencionados, deixou o Fluminense pela falta de oportunidades. O atleta de 22 anos, revelado em Xerém, foi transferido em definitivo para o AVS, de Portugal, com o Tricolor mantendo 50% dos seus direitos econômicos.
O futuro da base no Fluminense sob o comando de Zubeldía ainda é incerto, mas a torcida tricolor segue atenta e esperançosa por mais oportunidades para os promissores talentos de Xerém.
Uma análise detalhada revela que Zubeldía é o treinador que menos aproveitou a base entre os últimos quatro comandantes do Tricolor. Considerando apenas os jogadores "sub-22", ou seja, com até 22 anos, o aproveitamento é o menor. Desde que assumiu, ele utilizou dez atletas da base, mas oito deles jogaram apenas no Campeonato Carioca. No total, a contribuição dos jovens representou apenas 1,66% dos minutos jogados pela equipe sob seu comando.
Dos dez atletas da base utilizados por Zubeldía, apenas Riquelme Felipe e Wesley Natã tiveram oportunidade fora do estadual. Enquanto Riquelme somou cinco participações no Campeonato Brasileiro, Wesley atuou em uma partida do Brasileirão e outra da Libertadores. Os demais, como Matheus Reis e Júlio Fidelis, só receberam chances no Carioca. Algumas dessas promessas acabaram emprestadas ou deixaram o clube, como Davi Schuindt, que se transferiu para o futebol português.
Comparando com técnicos anteriores, como Fernando Diniz e Mano Menezes, que integraram jovens como parte da estrutura principal, percebe-se uma mudança clara. Mesmo Renato Gaúcho, que utilizou menos a base, distribuiu as oportunidades em diferentes competições, ao contrário de Zubeldía, que concentrou as participações apenas no estadual.
No clássico contra o Vasco, a ausência de reforços da base foi debatida novamente. Mesmo sem Thiago Silva, Freytes, Millán e Jemmes, Zubeldía decidiu não levar um defensor de Xerém para compor o banco. Após o jogo, o treinador justificou a decisão afirmando que, no momento, não vê um zagueiro da base pronto para o elenco principal.
Davi Schuindt, um dos jovens mencionados, deixou o Fluminense pela falta de oportunidades. O atleta de 22 anos, revelado em Xerém, foi transferido em definitivo para o AVS, de Portugal, com o Tricolor mantendo 50% dos seus direitos econômicos.
O futuro da base no Fluminense sob o comando de Zubeldía ainda é incerto, mas a torcida tricolor segue atenta e esperançosa por mais oportunidades para os promissores talentos de Xerém.