Lucho Acosta revela a razão por trás da dieta sem carne no Fluminense
Redação Sou Tricolor de Coração
O meia argentino Lucho Acosta, do Fluminense, explica por que decidiu abrir mão da carne em sua dieta. Por orientação médica desde sua passagem pelo futebol mexicano, ele adota essa prática há cinco anos, mesmo sendo um amante de churrasco.
Em meio à tradição argentina de apreciar um bom churrasco, Lucho Acosta, meia do Fluminense, se destaca por uma decisão inusitada: ele não come carne há cerca de cinco anos. O motivo para essa escolha surgiu durante sua passagem pelo Atlas, no México, entre 2020 e 2021, quando médicos o alertaram sobre os riscos do clenbuterol, uma substância encontrada na carne e associada a casos de doping.
Lucho revelou que a recomendação era evitar carne dois dias antes dos jogos, o que acabou se tornando um hábito. "Me sentia bem, descansava melhor e a recuperação era mais eficaz", explicou o jogador, que agora inclui outras fontes de proteína em sua dieta. No entanto, durante as férias na Argentina, ele admite que relaxa um pouco e aproveita o churrasco em família.
A decisão de Lucho também se baseia em incidentes passados, como o ocorrido durante a Copa do Mundo Sub-17 de 2011, no México, quando mais de 100 jogadores testaram positivo para clenbuterol devido ao consumo de carne contaminada. O meia aprendeu com essas experiências e adotou a prática como prevenção.
Após sua passagem pelo México, Lucho atuou no FC Cincinnati e FC Dallas, ambos dos Estados Unidos, antes de desembarcar nas Laranjeiras no ano passado. Seu comprometimento com a saúde e performance tem sido um exemplo no elenco tricolor, mostrando que, mesmo sem churrasco, é possível brilhar nos gramados com a camisa do Fluzão.
Lucho revelou que a recomendação era evitar carne dois dias antes dos jogos, o que acabou se tornando um hábito. "Me sentia bem, descansava melhor e a recuperação era mais eficaz", explicou o jogador, que agora inclui outras fontes de proteína em sua dieta. No entanto, durante as férias na Argentina, ele admite que relaxa um pouco e aproveita o churrasco em família.
A decisão de Lucho também se baseia em incidentes passados, como o ocorrido durante a Copa do Mundo Sub-17 de 2011, no México, quando mais de 100 jogadores testaram positivo para clenbuterol devido ao consumo de carne contaminada. O meia aprendeu com essas experiências e adotou a prática como prevenção.
Após sua passagem pelo México, Lucho atuou no FC Cincinnati e FC Dallas, ambos dos Estados Unidos, antes de desembarcar nas Laranjeiras no ano passado. Seu comprometimento com a saúde e performance tem sido um exemplo no elenco tricolor, mostrando que, mesmo sem churrasco, é possível brilhar nos gramados com a camisa do Fluzão.