Lucho Acosta exalta parceria com Savarino e afirma liderança no Fluminense: "Nunca baixo a cabeça"
Redação Sou Tricolor de Coração
Em entrevista exclusiva, Lucho Acosta destaca sua rápida adaptação ao Fluminense, a parceria de sucesso com Savarino e reflete sobre sua postura combativa em campo. Com emoção, fala sobre seus filhos se tornarem torcedores tricolores e a expectativa para os próximos desafios no Maracanã.
Com seu bom humor característico, Lucho Acosta concedeu uma entrevista no CT Carlos Castilho, mostrando o quanto está à vontade no Fluminense. O meia, com destaque por suas quatro participações em gols nos últimos cinco jogos do Brasileirão, se mostra decisivo para o Tricolor. Na vitória contra o Remo, sua assistência para Canobbio viralizou, mostrando o talento e a visão de jogo que tem encantado a torcida.
Aos 31 anos, Acosta rapidamente se tornou uma referência no time das Laranjeiras. A parceria com Savarino, apelidada carinhosamente de "SavaLucho", tem sido um diferencial dentro de campo. O argentino destacou a sintonia com o venezuelano, referindo-se a ele como um craque: "Conheci Savarino na MLS e sempre o admirei. Nossa conexão em campo tem sido muito boa, queremos sempre driblar, chutar e dar assistências."
Apesar de seu espírito descontraído, Lucho também falou sobre seu temperamento combativo. Ele admite a necessidade de controlar melhor suas reações diante das provocações dos adversários, mas justifica suas atitudes: "Os caras acham que podem me bater só porque sou baixinho. Não posso ficar calado, senão apanho mais."
Desde que chegou ao Fluminense, em agosto do ano passado, vindo do FC Dallas por US$ 4 milhões, Acosta tem encontrado no Tricolor um novo desafio. Ele se emocionou ao falar sobre seus filhos, que estão vivendo no Rio de Janeiro e já se tornaram torcedores fanáticos do clube. "Ver o Maracanã lotado e meus filhos torcendo é algo indescritível. Eles adoram cantar as músicas da torcida."
Lucho também comentou sobre as cobranças de pênaltis no Fluminense, respeitando a hierarquia do elenco: "Quando cheguei, já havia cobradores como Renê, Ganso e Canobbio. Estou treinando e preparado para assumir essa responsabilidade quando necessário."
O Fluminense se prepara agora para uma sequência de jogos no Brasileirão, todos no Rio de Janeiro, com o Athletico-PR como próximo adversário no Maracanã. Lucho prevê um confronto duro, mas ressalta a importância de continuar escrevendo a história no estádio: "Em casa, precisamos vencer sempre. Manter essa invencibilidade no Maracanã gera confiança para o time e intimida os adversários."
Aos 31 anos, Acosta rapidamente se tornou uma referência no time das Laranjeiras. A parceria com Savarino, apelidada carinhosamente de "SavaLucho", tem sido um diferencial dentro de campo. O argentino destacou a sintonia com o venezuelano, referindo-se a ele como um craque: "Conheci Savarino na MLS e sempre o admirei. Nossa conexão em campo tem sido muito boa, queremos sempre driblar, chutar e dar assistências."
Apesar de seu espírito descontraído, Lucho também falou sobre seu temperamento combativo. Ele admite a necessidade de controlar melhor suas reações diante das provocações dos adversários, mas justifica suas atitudes: "Os caras acham que podem me bater só porque sou baixinho. Não posso ficar calado, senão apanho mais."
Desde que chegou ao Fluminense, em agosto do ano passado, vindo do FC Dallas por US$ 4 milhões, Acosta tem encontrado no Tricolor um novo desafio. Ele se emocionou ao falar sobre seus filhos, que estão vivendo no Rio de Janeiro e já se tornaram torcedores fanáticos do clube. "Ver o Maracanã lotado e meus filhos torcendo é algo indescritível. Eles adoram cantar as músicas da torcida."
Lucho também comentou sobre as cobranças de pênaltis no Fluminense, respeitando a hierarquia do elenco: "Quando cheguei, já havia cobradores como Renê, Ganso e Canobbio. Estou treinando e preparado para assumir essa responsabilidade quando necessário."
O Fluminense se prepara agora para uma sequência de jogos no Brasileirão, todos no Rio de Janeiro, com o Athletico-PR como próximo adversário no Maracanã. Lucho prevê um confronto duro, mas ressalta a importância de continuar escrevendo a história no estádio: "Em casa, precisamos vencer sempre. Manter essa invencibilidade no Maracanã gera confiança para o time e intimida os adversários."