Jemmes revela a pronúncia correta de seu nome e fala sobre adaptação no Flu: "Saio e ganho presente"
Redação Sou Tricolor de Coração
O zagueiro Jemmes, novo reforço do Fluminense, esclarece a pronúncia de seu nome e compartilha histórias de sua adaptação ao clube. De origem humilde, o jogador revela seu apelido inusitado e fala sobre a emoção de vestir a camisa tricolor, recebendo carinho da torcida e sonhando com a Libertadores.
Desde que aterrissou nas Laranjeiras em dezembro passado, Jemmes tem sido assunto entre os tricolores. A dúvida sobre a pronúncia correta de seu nome finalmente foi esclarecida pelo próprio jogador, que explica que a escolha foi uma homenagem de sua mãe a um familiar. "Djemes" é como deve ser dito, algo que ele mesmo só percebeu que precisava comunicar recentemente.
Durante uma entrevista no CT Carlos Castilho, o zagueiro revelou não só a questão do nome, mas também um apelido curioso: Wolverine. Jemmes se divide entre a timidez de quem veio de Rosário Oeste, no Mato Grosso, e o humor de quem está se encontrando no mundo do futebol.
Curiosamente, Jemmes começou sua trajetória como atacante na adolescência, mas a falta de gols o fez recuar para a defesa onde, segundo ele, encontrou sua verdadeira vocação. Em sua passagem pelo projeto DS Sports, em São Paulo, jogou ao lado de Hércules, com quem agora se reencontra no Fluminense. "Eu era atacante e ele o camisa 10. Não saía gol de jeito nenhum", brinca Jemmes, que hoje prefere a posição de zagueiro.
Primeiro reforço do Flu em 2026, Jemmes rapidamente conquistou a torcida e já é reconhecido nas ruas, a ponto de receber presentes, inclusive para sua filha. Adaptando-se a jogar na zaga pela direita, ele não vê dificuldades para atuar onde o treinador preferir.
Inspirado por Thiago Silva, Jemmes guarda com carinho uma camisa trocada com o ídolo durante seu tempo no Mirassol. "Assumir a camisa 3 foi uma grande responsabilidade", confessa, admirando a liderança e a técnica do antigo capitão tricolor.
Com olhos voltados para o futuro, Jemmes sonha com sua primeira viagem internacional com o Fluminense, vislumbrando a glória da Libertadores. O carinho da torcida e a grandeza do clube já deixaram uma marca profunda no novo "Wolverine" tricolor.
Durante uma entrevista no CT Carlos Castilho, o zagueiro revelou não só a questão do nome, mas também um apelido curioso: Wolverine. Jemmes se divide entre a timidez de quem veio de Rosário Oeste, no Mato Grosso, e o humor de quem está se encontrando no mundo do futebol.
Curiosamente, Jemmes começou sua trajetória como atacante na adolescência, mas a falta de gols o fez recuar para a defesa onde, segundo ele, encontrou sua verdadeira vocação. Em sua passagem pelo projeto DS Sports, em São Paulo, jogou ao lado de Hércules, com quem agora se reencontra no Fluminense. "Eu era atacante e ele o camisa 10. Não saía gol de jeito nenhum", brinca Jemmes, que hoje prefere a posição de zagueiro.
Primeiro reforço do Flu em 2026, Jemmes rapidamente conquistou a torcida e já é reconhecido nas ruas, a ponto de receber presentes, inclusive para sua filha. Adaptando-se a jogar na zaga pela direita, ele não vê dificuldades para atuar onde o treinador preferir.
Inspirado por Thiago Silva, Jemmes guarda com carinho uma camisa trocada com o ídolo durante seu tempo no Mirassol. "Assumir a camisa 3 foi uma grande responsabilidade", confessa, admirando a liderança e a técnica do antigo capitão tricolor.
Com olhos voltados para o futuro, Jemmes sonha com sua primeira viagem internacional com o Fluminense, vislumbrando a glória da Libertadores. O carinho da torcida e a grandeza do clube já deixaram uma marca profunda no novo "Wolverine" tricolor.