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Investigação sobre Cartão de Lucho Acosta no Fluminense se Aproxima do Fim com Possível Arquivamento

Redação Sou Tricolor de Coração
Investigação sobre Cartão de Lucho Acosta no Fluminense se Aproxima do Fim com Possível Arquivamento

A investigação envolvendo o cartão amarelo de Lucho Acosta, do Fluminense, por suspeitas de manipulação de apostas, está prestes a ser concluída, com tendência ao arquivamento do caso. O prazo de 60 dias termina no próximo domingo, mas o clube e o jogador continuam atentos a possíveis desdobramentos.

O caso que envolve Lucho Acosta, do Fluminense, e um cartão amarelo recebido em jogo contra o Bragantino, entra na reta final. O prazo de 60 dias para decidir se o jogador será denunciado se encerra no próximo domingo (20), com a tendência de que o caso seja arquivado. Durante esse período, Lucho participou de diversas reuniões e depoimentos, sob acompanhamento dos advogados do clube, que temiam que o processo burocrático pudesse afetar o desempenho do atleta em um momento crucial da temporada, ainda mais após sua recente renovação de contrato.

A partida contra o Bragantino, realizada em 17 de julho no Maracanã e válida pela 19ª rodada do Brasileirão, terminou em empate por 1 a 1 e gerou um alerta de possível manipulação de apostas, depois que a casa de apostas Stake identificou um volume anormal de apostas na punição de Acosta. A Sportradar, que monitora o campeonato para a Fifa, foi notificada, e a CBF iniciou uma investigação, informando o Fluminense.

O cartão amarelo foi dado a Lucho Acosta aos 47 minutos do segundo tempo, após ele se envolver em uma confusão que interrompeu o jogo por cinco minutos. Tudo começou quando Lucas Barbosa, do Bragantino, sofreu falta de Canobbio e acabou trombando em um tricolor. Acosta, que estava distante, correu para o local e empurrou Lucas Barbosa, sendo depois empurrado por Gustavo Marques e Alix Vinícius, o que fez o argentino revidar.

Na súmula, o árbitro Davi de Oliveira Lacerda registrou o cartão como "atuação desrespeitosa ao jogo, por empurrar o adversário de forma temerária fora da disputa de bola". Apesar da possível conclusão do caso, o clube e o jogador permanecem atentos, cientes de que novos fatores poderiam prolongar o processo, como já ocorreu em outros casos no passado.

Com informações de Globo Esporte.

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Redação Sou Tricolor de Coração

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