Fluminense tropeça no Maracanã e liga sinal de alerta na Libertadores 2026
Redação Sou Tricolor de Coração
O Fluminense enfrenta um momento delicado na temporada após a derrota por 2 a 1 para o Independiente Rivadavia no Maracanã. Com lambanças defensivas e pressão crescente, o Tricolor das Laranjeiras precisa reagir para manter suas chances na Conmebol Libertadores.
O Fluminense vive uma fase complicada na temporada de 2026, marcada pela derrota por 2 a 1 para o Independiente Rivadavia em pleno Maracanã, na última quarta-feira. O resultado acende um sinal de alerta para o Tricolor, que precisa reagir rapidamente para se manter na disputa da Libertadores.
A partida foi marcada por falhas defensivas que custaram caro ao Flu. O primeiro gol dos argentinos surgiu de um erro de comunicação entre os zagueiros, que deixaram a bola à mercê do adversário. Esse foi o 12º gol de bola parada sofrido pelo time entre os 22 gols tomados no ano. A situação piorou com um lance infeliz envolvendo Samuel Xavier, Fábio e Canobbio, que resultou no gol da virada do Independiente.
A derrota revela a fragilidade mental do Fluminense, que não conseguiu responder à pressão após o gol da virada. O time, que em outros momentos se destacou pela organização e resiliência, agora mostra dificuldade em manter a compostura sob pressão. A falta de uma liderança forte em campo foi sentida, algo que já havia sido alertado anteriormente.
O cenário na Libertadores se complica, com o Fluminense somando apenas um ponto em dois jogos. Com desafios pela frente, como enfrentar a altitude de La Paz contra o Bolívar, o clube se vê obrigado a vencer os próximos jogos em casa e buscar pontos fora de casa para seguir vivo na competição. Além disso, o Independiente Rivadavia assumiu a liderança do Grupo C.
No primeiro tempo, as mudanças promovidas pelo técnico Luis Zubeldía, que incluiu cinco alterações em relação ao Fla-Flu, renderam certo fôlego à equipe, mas o desentrosamento foi um fator contra. Mesmo com a entrada positiva de Guilherme Arana, que marcou um belo gol, o time não conseguiu sustentar o resultado.
A estratégia dos argentinos surpreendeu, com marcação alta e posse de bola, explorando as fragilidades defensivas do Flu, especialmente nas bolas aéreas. Dos 22 gols sofridos pelo time na temporada, 12 vieram de bolas paradas, como o escanteio que resultou no gol de Sartori.
No segundo tempo, uma nova falha defensiva comprometeu o jogo. Samuel Xavier, Fábio e Canobbio se enrolaram em um lance simples, entregando a bola ao adversário para a virada. A saída de Ganso para a entrada de Serna se mostrou ineficaz, pois o time precisou de mais controle e experiência em campo.
Nos minutos finais, o desespero tomou conta dos jogadores, que tentaram resolver tudo individualmente, resultando em mais erros e vaias da torcida. A derrota culminou em protestos e cobranças das arquibancadas, refletindo a frustração da torcida tricolor diante deste "Maracanazzo".
A partida foi marcada por falhas defensivas que custaram caro ao Flu. O primeiro gol dos argentinos surgiu de um erro de comunicação entre os zagueiros, que deixaram a bola à mercê do adversário. Esse foi o 12º gol de bola parada sofrido pelo time entre os 22 gols tomados no ano. A situação piorou com um lance infeliz envolvendo Samuel Xavier, Fábio e Canobbio, que resultou no gol da virada do Independiente.
A derrota revela a fragilidade mental do Fluminense, que não conseguiu responder à pressão após o gol da virada. O time, que em outros momentos se destacou pela organização e resiliência, agora mostra dificuldade em manter a compostura sob pressão. A falta de uma liderança forte em campo foi sentida, algo que já havia sido alertado anteriormente.
O cenário na Libertadores se complica, com o Fluminense somando apenas um ponto em dois jogos. Com desafios pela frente, como enfrentar a altitude de La Paz contra o Bolívar, o clube se vê obrigado a vencer os próximos jogos em casa e buscar pontos fora de casa para seguir vivo na competição. Além disso, o Independiente Rivadavia assumiu a liderança do Grupo C.
No primeiro tempo, as mudanças promovidas pelo técnico Luis Zubeldía, que incluiu cinco alterações em relação ao Fla-Flu, renderam certo fôlego à equipe, mas o desentrosamento foi um fator contra. Mesmo com a entrada positiva de Guilherme Arana, que marcou um belo gol, o time não conseguiu sustentar o resultado.
A estratégia dos argentinos surpreendeu, com marcação alta e posse de bola, explorando as fragilidades defensivas do Flu, especialmente nas bolas aéreas. Dos 22 gols sofridos pelo time na temporada, 12 vieram de bolas paradas, como o escanteio que resultou no gol de Sartori.
No segundo tempo, uma nova falha defensiva comprometeu o jogo. Samuel Xavier, Fábio e Canobbio se enrolaram em um lance simples, entregando a bola ao adversário para a virada. A saída de Ganso para a entrada de Serna se mostrou ineficaz, pois o time precisou de mais controle e experiência em campo.
Nos minutos finais, o desespero tomou conta dos jogadores, que tentaram resolver tudo individualmente, resultando em mais erros e vaias da torcida. A derrota culminou em protestos e cobranças das arquibancadas, refletindo a frustração da torcida tricolor diante deste "Maracanazzo".