Fluminense supera desafios e avança na Libertadores em campanha de tirar o fôlego
Redação Sou Tricolor de Coração
Com emoção até o último minuto, o Fluminense garantiu a classificação para as oitavas de final da Libertadores. Em um grupo que parecia acessível, o Tricolor das Laranjeiras enfrentou dificuldades inesperadas, mas manteve vivo o sonho continental.
A classificação veio, e o objetivo foi cumprido, mas o caminho trilhado pelo Fluminense na fase de grupos da Libertadores foi bem mais complicado do que o esperado. Mesmo figurando como favorito em uma chave com Independiente Rivadavia, Bolívar e Deportivo La Guaira, o Tricolor transformou uma campanha que parecia tranquila em uma das mais dramáticas de sua história recente no torneio.
O time de Luis Zubeldía avançou para as oitavas de final apenas na última rodada, dependendo não só da vitória sobre o Deportivo La Guaira, mas também de um tropeço do Bolívar diante do Independiente Rivadavia. Com sofrimento e tensão até os minutos finais, o Maracanã explodiu em alívio com a notícia da classificação.
Agora, o Fluminense enfrentará justamente o Independiente Rivadavia, o adversário que mais complicou sua vida na fase de grupos. Quando os grupos foram definidos, o Fluminense apareceu como o favorito, com um elenco caro e acostumado a fases decisivas. "No papel, era um grupo acessível", admitiu Zubeldía, reconhecendo o peso de ser um time brasileiro na competição.
A caminhada, no entanto, mostrou que a tarefa não seria tão simples. Nas duas primeiras rodadas, a classificação ficou em risco. A estreia contra o Deportivo La Guaira, na Venezuela, terminou em empate por 1 a 1. O Fluminense criou diversas chances e deixou escapar a vitória. Em seguida, veio a surpreendente derrota por 2 a 1 para o Independiente Rivadavia no Maracanã, quebrando uma longa invencibilidade como mandante na Libertadores.
A situação se complicou ainda mais com a derrota por 2 a 0 para o Bolívar, em La Paz. A pressão aumentou e cada jogo passou a ter caráter decisivo. Em Mendoza, contra o Independiente Rivadavia, o Tricolor quase viu suas chances serem eliminadas, mas John Kennedy salvou o dia com um gol no final, garantindo o empate por 1 a 1 e mantendo o sonho vivo.
A vitória sobre o Deportivo La Guaira por 3 a 1 no último jogo, somada à ajuda do Independiente Rivadavia, que venceu o Bolívar, permitiu a explosão de alegria tricolor no Maracanã. "Foi uma noite muito especial", resumiu Zubeldía sobre a emoção vivida naquele dia.
Além de John Kennedy, que brilhou com seus gols decisivos, Martinelli e Canobbio foram fundamentais. Martinelli, recuperado de lesão, voltou com uma assistência crucial, enquanto Canobbio marcou um dos gols que garantiu a classificação.
A defesa, porém, foi um ponto de preocupação, sofrendo gols em todos os jogos da fase. Apesar disso, a classificação trouxe uma premiação importante para o clube. O intervalo para a Copa do Mundo será crucial para corrigir falhas, reforçar o elenco e preparar o time para enfrentar mais uma vez o Independiente Rivadavia nas oitavas. O Fluminense segue vivo e com sede de conquistas na América.
O time de Luis Zubeldía avançou para as oitavas de final apenas na última rodada, dependendo não só da vitória sobre o Deportivo La Guaira, mas também de um tropeço do Bolívar diante do Independiente Rivadavia. Com sofrimento e tensão até os minutos finais, o Maracanã explodiu em alívio com a notícia da classificação.
Agora, o Fluminense enfrentará justamente o Independiente Rivadavia, o adversário que mais complicou sua vida na fase de grupos. Quando os grupos foram definidos, o Fluminense apareceu como o favorito, com um elenco caro e acostumado a fases decisivas. "No papel, era um grupo acessível", admitiu Zubeldía, reconhecendo o peso de ser um time brasileiro na competição.
A caminhada, no entanto, mostrou que a tarefa não seria tão simples. Nas duas primeiras rodadas, a classificação ficou em risco. A estreia contra o Deportivo La Guaira, na Venezuela, terminou em empate por 1 a 1. O Fluminense criou diversas chances e deixou escapar a vitória. Em seguida, veio a surpreendente derrota por 2 a 1 para o Independiente Rivadavia no Maracanã, quebrando uma longa invencibilidade como mandante na Libertadores.
A situação se complicou ainda mais com a derrota por 2 a 0 para o Bolívar, em La Paz. A pressão aumentou e cada jogo passou a ter caráter decisivo. Em Mendoza, contra o Independiente Rivadavia, o Tricolor quase viu suas chances serem eliminadas, mas John Kennedy salvou o dia com um gol no final, garantindo o empate por 1 a 1 e mantendo o sonho vivo.
A vitória sobre o Deportivo La Guaira por 3 a 1 no último jogo, somada à ajuda do Independiente Rivadavia, que venceu o Bolívar, permitiu a explosão de alegria tricolor no Maracanã. "Foi uma noite muito especial", resumiu Zubeldía sobre a emoção vivida naquele dia.
Além de John Kennedy, que brilhou com seus gols decisivos, Martinelli e Canobbio foram fundamentais. Martinelli, recuperado de lesão, voltou com uma assistência crucial, enquanto Canobbio marcou um dos gols que garantiu a classificação.
A defesa, porém, foi um ponto de preocupação, sofrendo gols em todos os jogos da fase. Apesar disso, a classificação trouxe uma premiação importante para o clube. O intervalo para a Copa do Mundo será crucial para corrigir falhas, reforçar o elenco e preparar o time para enfrentar mais uma vez o Independiente Rivadavia nas oitavas. O Fluminense segue vivo e com sede de conquistas na América.