Fluminense sem Lucho Acosta: Zubeldía busca novas estratégias para enfrentar o Santos
Redação Sou Tricolor de Coração
O Fluminense encara o Santos na Vila Belmiro neste domingo, às 16h, sem a presença do talentoso meia Lucho Acosta. Com o desafio de suprir a ausência do argentino, o técnico Luis Zubeldía aposta na força coletiva do elenco para manter o Tricolor competitivo na temporada.
O Fluminense enfrenta um desafio a mais para o confronto deste domingo, às 16h, contra o Santos na temida Vila Belmiro. Além da pressão externa após os recentes protestos no CT Carlos Castilho, o técnico Luis Zubeldía precisará montar sua equipe sem contar com um dos seus principais jogadores: o meia argentino Lucho Acosta. Acosta se machucou durante o clássico contra o Flamengo no último domingo, desfalque que chega num momento crucial da temporada.
Em coletiva de imprensa, Zubeldía não escondeu a preocupação com a ausência do jogador, mas demonstrou confiança no elenco para suprir a falta do maestro argentino. "O Lucho tem uma característica muito pessoal. É um meia-atacante com drible e muita assistência no último terço. Não há outro jogador com a mesma característica. Temos que nos adaptar", afirmou o treinador, ressaltando que o time não pode se tornar dependente de uma única peça. "Não podemos cair nessa de que se o Lucho não está, o time perde o ataque. Temos alternativas", completou.
Desde que Acosta chegou ao Fluminense, o time já disputou 10 partidas sem ele, acumulando 5 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, com um aproveitamento de 56,7%. A falta do argentino altera o estilo de jogo do Tricolor, que se torna uma equipe mais operária e menos plástica, com 10 gols marcados (média de 1,0 por jogo) e 8 sofridos (média de 0,8 por jogo).
Os dados indicam que, sem Acosta, o Fluminense perde um pouco do poder ofensivo, mas ganha em solidez defensiva, tornando-se um time mais pragmático. Para Zubeldía, os tropeços recentes não podem ser justificados apenas pelas ausências. "A diferença no último jogo não passou pela ausência do Lucho. Passou porque tivemos dois erros que acho que nós podemos e devemos solucionar", comentou o treinador.
Agora, na Vila Belmiro, o Fluminense busca comprovar que a adaptação mencionada por Zubeldía pode ser eficiente para quebrar a defesa santista e garantir os três pontos, antes da maratona de jogos pela Copa do Brasil e Libertadores.
Em coletiva de imprensa, Zubeldía não escondeu a preocupação com a ausência do jogador, mas demonstrou confiança no elenco para suprir a falta do maestro argentino. "O Lucho tem uma característica muito pessoal. É um meia-atacante com drible e muita assistência no último terço. Não há outro jogador com a mesma característica. Temos que nos adaptar", afirmou o treinador, ressaltando que o time não pode se tornar dependente de uma única peça. "Não podemos cair nessa de que se o Lucho não está, o time perde o ataque. Temos alternativas", completou.
Desde que Acosta chegou ao Fluminense, o time já disputou 10 partidas sem ele, acumulando 5 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, com um aproveitamento de 56,7%. A falta do argentino altera o estilo de jogo do Tricolor, que se torna uma equipe mais operária e menos plástica, com 10 gols marcados (média de 1,0 por jogo) e 8 sofridos (média de 0,8 por jogo).
Os dados indicam que, sem Acosta, o Fluminense perde um pouco do poder ofensivo, mas ganha em solidez defensiva, tornando-se um time mais pragmático. Para Zubeldía, os tropeços recentes não podem ser justificados apenas pelas ausências. "A diferença no último jogo não passou pela ausência do Lucho. Passou porque tivemos dois erros que acho que nós podemos e devemos solucionar", comentou o treinador.
Agora, na Vila Belmiro, o Fluminense busca comprovar que a adaptação mencionada por Zubeldía pode ser eficiente para quebrar a defesa santista e garantir os três pontos, antes da maratona de jogos pela Copa do Brasil e Libertadores.