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Fluminense enfrenta Bolívar no Maracanã precisando de vitória inédita em 2026 para seguir vivo na Libertadores

Redação Sou Tricolor de Coração
Fluminense enfrenta Bolívar no Maracanã precisando de vitória inédita em 2026 para seguir vivo na Libertadores

Na batalha pela classificação na Libertadores, o Fluminense precisa de uma vitória por três gols de diferença sobre o Bolívar no Maracanã. Apesar de dominar jogos e criar chances, o Tricolor não tem conseguido converter em gols. A esperança recai sobre John Kennedy, que vive grande fase na temporada.

O Fluminense entra em campo nesta terça-feira (19) para um confronto crucial pela Libertadores contra o Bolívar, no Maracanã. O Tricolor, conhecido pela sua habilidade de controlar partidas e criar oportunidades, enfrenta o desafio de transformar esse domínio em um resultado expressivo pela primeira vez em 2026. A vitória por três gols de diferença é necessária para o clube seguir dependendo apenas de si na competição.

Ao longo da temporada, excluindo o estadual, o Flu balançou as redes 31 vezes em 22 jogos, com uma média de 1,4 gol por partida. Apesar de gerar 1,31 de xG por jogo e criar 51 grandes chances, o time desperdiçou 29 delas, o que revela a dificuldade em ser efetivo no ataque. A equipe realiza 15 finalizações por jogo, com cerca de seis no alvo, mas falta a contundência necessária para transformar esse volume em placares elásticos.

Essa ineficiência ofensiva ficou evidente em partidas recentes: no empate contra o Bahia, o Flu teve cinco grandes chances e um xG de 1,84, mas só marcou uma vez; contra o Internacional, criou três grandes oportunidades mas saiu derrotado por 2 a 0. Até mesmo nas vitórias, o roteiro de finalizações desperdiçadas se repetiu.

No meio desse cenário, John Kennedy desponta como a grande esperança tricolor. Vivendo sua melhor fase desde 2023, o atacante é a principal referência ofensiva do time, com nove gols em 21 partidas, excluindo o Carioca. Sua média de 1,43 finalização no gol por jogo e participação ativa na construção das jogadas se destacam, fazendo dele uma peça-chave para converter as chances criadas em gols.

A diferença para Rodrigo Castillo, que tem apenas três gols e menos presença ofensiva, é clara nos números. John Kennedy não só finaliza mais do que o argentino, como também participa mais ativamente do jogo.

A missão do Fluminense é clara: transformar seu controle de jogo em uma vitória contundente pela primeira vez na temporada. Contra o Bolívar, não basta vencer; é preciso mostrar que o Tricolor é capaz de traduzir seu volume ofensivo em um placar expressivo e seguir forte na busca pelo sonho da Libertadores.

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Redação Sou Tricolor de Coração

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