Fluminense empata com Independiente Rivadavia e aumenta pressão sobre Zubeldía
Redação Sou Tricolor de Coração
No Maracanã, o Fluminense não saiu do 0 a 0 contra o Independiente Rivadavia, ampliando uma sequência de oito jogos sem vencer. O técnico Luis Zubeldía encara cobranças crescentes enquanto o time busca reencontrar o caminho das vitórias.
O Fluminense viveu mais uma noite frustrante no Maracanã ao empatar por 0 a 0 com o Independiente Rivadavia na terça-feira, 11 de agosto. A partida evidenciou problemas técnicos do time treinado por Luis Zubeldía, que não consegue transformar a posse de bola em oportunidades reais de gol.
Zubeldía, que já sente o peso da pressão por resultados, confiou nos jogadores para superar este momento complicado. Com oito partidas sem vitória, o Fluminense acumula sete empates e uma derrota, resultando em um aproveitamento de apenas 29,2%. Durante este período, o Tricolor carioca marcou cinco gols e sofreu sete, criando 12 grandes chances, mas permitindo 13 aos adversários.
Os números refletem uma equipe que domina a posse de bola, mas falha em converter esse domínio em resultados. O Fluminense tem 57,3% de posse de bola, mas precisa de 24,2 finalizações para marcar um gol, enquanto os adversários precisam de apenas 14,3 tentativas para balançar as redes tricolores.
Erros técnicos foram cometidos por jogadores como Martinelli, Hércules, Nonato, Guilherme Arana, Rodrigo Castillo e Hulk, que falharam em passes simples e dominar a bola, permitindo ao Independiente Rivadavia explorar o jogo de transição que tanto buscava.
O time argentino chegou ao Maracanã com a estratégia clara de defender compactado e explorar contra-ataques. O Fluminense, apesar de consciente disso, acabou facilitando a vida do adversário. Thiago Silva foi enfático:
— A bola é um pouco diferente, o campo está mais duro, beneficia quem joga na transição. E a gente estava dando o que eles queriam. É isso que eu não entendo. Eles querem transição, a gente está dando transição.
A melhor chance do Rivadavia surgiu de um contra-ataque, com Álex Arce encontrando Bonifacio nas costas da defesa, obrigando Fábio a fazer uma grande defesa. Matías Fernández ainda acertou a trave em outro momento.
No primeiro tempo, um erro de Ignácio quase resultou em gol, salvo por Thiago Silva. O capitão tricolor reconheceu as dificuldades:
— Nós erramos muito, tanto em controle de bola quanto em passes. Isso tira a nossa confiança e dá confiança para o adversário. Eles fizeram um jogo impecável nesse sentido.
O Fluminense parecia alheio à importância do confronto, que era o primeiro de um mata-mata de Libertadores no Maracanã. Zubeldía tentou ajustar o time, colocando seis jogadores para aquecer ainda no primeiro tempo e fazendo substituições no intervalo. Lucho Acosta e Canobbio melhoraram a mobilidade do meio-campo, mas o time não conseguiu se impor completamente.
Nos minutos finais, Ganso, Cano e Savarino tentaram pressionar, mas o Fluminense não conseguiu criar uma pressão contínua sobre o Rivadavia. Ganso obrigou o goleiro Bolcato a fazer uma defesa, Cano mandou o rebote por cima e Savarino quase marcou de longe.
Thiago Silva comentou sobre a situação:
— A torcida tem toda razão em cobrar. Não estamos desempenhando o nosso melhor. Precisamos assumir nossas responsabilidades e melhorar nosso jogo.
Zubeldía precisa urgentemente de uma vitória contra o Palmeiras, já que a sequência sem vitórias e a falta de solução clara para os problemas aumentam a pressão sobre seu trabalho. O Fluminense volta a enfrentar o Independiente Rivadavia na próxima terça-feira, 18 de agosto, em Mendoza, na Argentina, mas antes tem o desafio de enfrentar o Palmeiras no Brasileirão, no Maracanã.
Zubeldía, que já sente o peso da pressão por resultados, confiou nos jogadores para superar este momento complicado. Com oito partidas sem vitória, o Fluminense acumula sete empates e uma derrota, resultando em um aproveitamento de apenas 29,2%. Durante este período, o Tricolor carioca marcou cinco gols e sofreu sete, criando 12 grandes chances, mas permitindo 13 aos adversários.
Os números refletem uma equipe que domina a posse de bola, mas falha em converter esse domínio em resultados. O Fluminense tem 57,3% de posse de bola, mas precisa de 24,2 finalizações para marcar um gol, enquanto os adversários precisam de apenas 14,3 tentativas para balançar as redes tricolores.
Erros técnicos foram cometidos por jogadores como Martinelli, Hércules, Nonato, Guilherme Arana, Rodrigo Castillo e Hulk, que falharam em passes simples e dominar a bola, permitindo ao Independiente Rivadavia explorar o jogo de transição que tanto buscava.
O time argentino chegou ao Maracanã com a estratégia clara de defender compactado e explorar contra-ataques. O Fluminense, apesar de consciente disso, acabou facilitando a vida do adversário. Thiago Silva foi enfático:
— A bola é um pouco diferente, o campo está mais duro, beneficia quem joga na transição. E a gente estava dando o que eles queriam. É isso que eu não entendo. Eles querem transição, a gente está dando transição.
A melhor chance do Rivadavia surgiu de um contra-ataque, com Álex Arce encontrando Bonifacio nas costas da defesa, obrigando Fábio a fazer uma grande defesa. Matías Fernández ainda acertou a trave em outro momento.
No primeiro tempo, um erro de Ignácio quase resultou em gol, salvo por Thiago Silva. O capitão tricolor reconheceu as dificuldades:
— Nós erramos muito, tanto em controle de bola quanto em passes. Isso tira a nossa confiança e dá confiança para o adversário. Eles fizeram um jogo impecável nesse sentido.
O Fluminense parecia alheio à importância do confronto, que era o primeiro de um mata-mata de Libertadores no Maracanã. Zubeldía tentou ajustar o time, colocando seis jogadores para aquecer ainda no primeiro tempo e fazendo substituições no intervalo. Lucho Acosta e Canobbio melhoraram a mobilidade do meio-campo, mas o time não conseguiu se impor completamente.
Nos minutos finais, Ganso, Cano e Savarino tentaram pressionar, mas o Fluminense não conseguiu criar uma pressão contínua sobre o Rivadavia. Ganso obrigou o goleiro Bolcato a fazer uma defesa, Cano mandou o rebote por cima e Savarino quase marcou de longe.
Thiago Silva comentou sobre a situação:
— A torcida tem toda razão em cobrar. Não estamos desempenhando o nosso melhor. Precisamos assumir nossas responsabilidades e melhorar nosso jogo.
Zubeldía precisa urgentemente de uma vitória contra o Palmeiras, já que a sequência sem vitórias e a falta de solução clara para os problemas aumentam a pressão sobre seu trabalho. O Fluminense volta a enfrentar o Independiente Rivadavia na próxima terça-feira, 18 de agosto, em Mendoza, na Argentina, mas antes tem o desafio de enfrentar o Palmeiras no Brasileirão, no Maracanã.