Fluminense cede protagonismo em clássico e sofre revés no Maracanã
Redação Sou Tricolor de Coração
O Fluminense viu sua invencibilidade como mandante ruir após derrota por 2 a 1 para o Flamengo no Maracanã. O adiamento do jogo, aceito pelo Tricolor, impactou o planejamento e destacou uma postura passiva fora de campo que se refletiu dentro das quatro linhas.
No último domingo (12), o Fluminense perdeu por 2 a 1 para o Flamengo em um clássico disputado no Maracanã, encerrando uma série impressionante de 16 vitórias consecutivas em casa. O confronto era mais do que uma disputa por três pontos: simbolizava a força tricolor construída nos últimos meses. No entanto, antes mesmo da bola rolar, o Tricolor das Laranjeiras já havia perdido seu protagonismo como mandante.
A mudança da data do jogo, de sábado para domingo, foi o primeiro sinal de uma concessão preocupante. Originalmente agendado para o dia 11, às 18h30, o jogo foi transferido para o dia 12, às 18h, a pedido do Flamengo e com a anuência da CBF, além do próprio Fluminense. A diretoria tricolor justificou a decisão pelo benefício de um dia extra de preparação para o clássico.
Na prática, a alteração impactou não só o Fla-Flu, mas também o planejamento esportivo para a semana, comprometendo o tempo de recuperação antes do crucial compromisso pela Libertadores, na quarta-feira (15), contra o Independiente Rivadavia. Após um tropeço na estreia contra o Deportivo La Guaira, essa partida continental ganhou contornos de obrigação.
Samuel Xavier, lateral do Fluminense, revelou na zona mista que os jogadores não tiveram voz na decisão do adiamento e já estavam focados na sequência da temporada, especialmente na Libertadores. Embora não tenha apontado o adiamento como a razão direta para a derrota, a declaração expôs um fato relevante: a decisão passou longe do vestiário.
Mesmo que a decisão final da CBF fosse favorável ao Flamengo, o Fluminense, como mandante, precisava se posicionar de forma mais assertiva. A postura do clube fora de campo acabou refletindo dentro dele. O primeiro tempo foi marcado por uma aceitação do roteiro adversário. Sem Savarino entre os titulares e com a saída precoce de Lucho Acosta por lesão, o time perdeu seus principais criadores. Até o segundo gol do Flamengo, o Tricolor não havia finalizado com perigo. O mandante, que deveria impor intensidade, se comportou como coadjuvante.
No segundo tempo, a entrada de Savarino trouxe mais qualidade ao ataque e renovou as esperanças tricolores, resultando no gol que reabriu o clássico. O Fluminense pressionou até o final, criando a expectativa de um empate, mas a reação veio tarde demais. O Flamengo já havia direcionado o jogo para seu território preferido e, mesmo nos momentos finais, ainda ameaçou em contra-ataques.
O Fluminense volta a campo na próxima quarta-feira (15), às 21h30, quando enfrenta o Independiente Rivadavia pela Libertadores. A derrota no Fla-Flu deixa o Tricolor com 20 pontos, agora na quinta colocação na tabela do Campeonato Brasileiro.
A mudança da data do jogo, de sábado para domingo, foi o primeiro sinal de uma concessão preocupante. Originalmente agendado para o dia 11, às 18h30, o jogo foi transferido para o dia 12, às 18h, a pedido do Flamengo e com a anuência da CBF, além do próprio Fluminense. A diretoria tricolor justificou a decisão pelo benefício de um dia extra de preparação para o clássico.
Na prática, a alteração impactou não só o Fla-Flu, mas também o planejamento esportivo para a semana, comprometendo o tempo de recuperação antes do crucial compromisso pela Libertadores, na quarta-feira (15), contra o Independiente Rivadavia. Após um tropeço na estreia contra o Deportivo La Guaira, essa partida continental ganhou contornos de obrigação.
Samuel Xavier, lateral do Fluminense, revelou na zona mista que os jogadores não tiveram voz na decisão do adiamento e já estavam focados na sequência da temporada, especialmente na Libertadores. Embora não tenha apontado o adiamento como a razão direta para a derrota, a declaração expôs um fato relevante: a decisão passou longe do vestiário.
Mesmo que a decisão final da CBF fosse favorável ao Flamengo, o Fluminense, como mandante, precisava se posicionar de forma mais assertiva. A postura do clube fora de campo acabou refletindo dentro dele. O primeiro tempo foi marcado por uma aceitação do roteiro adversário. Sem Savarino entre os titulares e com a saída precoce de Lucho Acosta por lesão, o time perdeu seus principais criadores. Até o segundo gol do Flamengo, o Tricolor não havia finalizado com perigo. O mandante, que deveria impor intensidade, se comportou como coadjuvante.
No segundo tempo, a entrada de Savarino trouxe mais qualidade ao ataque e renovou as esperanças tricolores, resultando no gol que reabriu o clássico. O Fluminense pressionou até o final, criando a expectativa de um empate, mas a reação veio tarde demais. O Flamengo já havia direcionado o jogo para seu território preferido e, mesmo nos momentos finais, ainda ameaçou em contra-ataques.
O Fluminense volta a campo na próxima quarta-feira (15), às 21h30, quando enfrenta o Independiente Rivadavia pela Libertadores. A derrota no Fla-Flu deixa o Tricolor com 20 pontos, agora na quinta colocação na tabela do Campeonato Brasileiro.