Fluminense aposta em estratégia para Libertadores e empata com Coritiba no Brasileirão
Redação Sou Tricolor de Coração
Com a estreia na Libertadores em vista, o técnico Luis Zubeldía surpreendeu ao escalar um time alternativo contra o Coritiba. O empate em 1 a 1 no Couto Pereira mostrou a força do elenco tricolor, mesmo diante de mudanças necessárias para preservar jogadores.
No duelo contra o Coritiba, válido pela 10ª rodada do Brasileirão, o Fluminense entrou em campo com uma escalação inesperada, orquestrada pelo técnico Luis Zubeldía. O treinador optou por poupar peças importantes pensando na estreia na Libertadores, que ocorre na próxima terça-feira contra o Deportivo La Guaira, na Venezuela.
As ausências de Lucho Acosta, suspenso, e Samuel Xavier Canobbio, poupado, já eram conhecidas, mas Zubeldía também mexeu na zaga e optou por um ataque quase todo composto por reservas. Essa estratégia visava controlar o desgaste do elenco em meio a um calendário apertado.
Ao final da partida, que terminou em 1 a 1, o treinador explicou que as mudanças eram planejadas, inclusive as entradas de Cano e John Kennedy aos 30 minutos do segundo tempo. O Fluminense sofreu um gol aos 28 minutos, mas rapidamente respondeu com Kennedy empatando o jogo aos 35, demonstrando a eficiência do planejamento de Zubeldía.
— Há decisões que precisamos tomar porque os jogadores não estão aptos. Alguns não estão aptos para iniciar, mas estão para jogar alguns minutos. Outros podem iniciar, mas temos que dosar os minutos durante a partida. Foram os casos de Martinelli e Hércules, eles começaram, mas, ao mesmo tempo, sabíamos que eles tinham que ter uns 50, 60 minutos — explicou Zubeldía.
Para o comandante tricolor, a sequência de jogos exige um rodízio cuidadoso. Na Libertadores, é vital estar com o time mais forte possível, mesmo diante do desafio imposto pelo calendário.
Zubeldía ressaltou a qualidade do elenco do Fluminense, que, apesar do desejo de vencer em Curitiba, demonstrou que mantém um padrão elevado de jogo independentemente das escolhas na escalação.
— Eu falei com o Mattheus (Montenegro), o presidente, com o Mário (Bittencourt, diretor geral) e o Paulo (Angioni, diretor executivo) que às vezes não valorizamos quando se pode fazer mudanças, como as que fizemos em um momento adverso. Sabíamos que tínhamos o Cano e o John, e a ideia era sempre colocá-los no minuto 30 para atacar com dois atletas. E isso nos permitiu também uma levantada. Esse é um pouco o bom time que temos, apesar de ter várias baixas, ainda assim não se perde o rendimento do time.
O empate em Curitiba foi mais um passo na caminhada do Tricolor das Laranjeiras, que agora concentra suas forças na disputa continental, levando consigo a confiança de um elenco preparado para superar adversidades.
As ausências de Lucho Acosta, suspenso, e Samuel Xavier Canobbio, poupado, já eram conhecidas, mas Zubeldía também mexeu na zaga e optou por um ataque quase todo composto por reservas. Essa estratégia visava controlar o desgaste do elenco em meio a um calendário apertado.
Ao final da partida, que terminou em 1 a 1, o treinador explicou que as mudanças eram planejadas, inclusive as entradas de Cano e John Kennedy aos 30 minutos do segundo tempo. O Fluminense sofreu um gol aos 28 minutos, mas rapidamente respondeu com Kennedy empatando o jogo aos 35, demonstrando a eficiência do planejamento de Zubeldía.
— Há decisões que precisamos tomar porque os jogadores não estão aptos. Alguns não estão aptos para iniciar, mas estão para jogar alguns minutos. Outros podem iniciar, mas temos que dosar os minutos durante a partida. Foram os casos de Martinelli e Hércules, eles começaram, mas, ao mesmo tempo, sabíamos que eles tinham que ter uns 50, 60 minutos — explicou Zubeldía.
Para o comandante tricolor, a sequência de jogos exige um rodízio cuidadoso. Na Libertadores, é vital estar com o time mais forte possível, mesmo diante do desafio imposto pelo calendário.
Zubeldía ressaltou a qualidade do elenco do Fluminense, que, apesar do desejo de vencer em Curitiba, demonstrou que mantém um padrão elevado de jogo independentemente das escolhas na escalação.
— Eu falei com o Mattheus (Montenegro), o presidente, com o Mário (Bittencourt, diretor geral) e o Paulo (Angioni, diretor executivo) que às vezes não valorizamos quando se pode fazer mudanças, como as que fizemos em um momento adverso. Sabíamos que tínhamos o Cano e o John, e a ideia era sempre colocá-los no minuto 30 para atacar com dois atletas. E isso nos permitiu também uma levantada. Esse é um pouco o bom time que temos, apesar de ter várias baixas, ainda assim não se perde o rendimento do time.
O empate em Curitiba foi mais um passo na caminhada do Tricolor das Laranjeiras, que agora concentra suas forças na disputa continental, levando consigo a confiança de um elenco preparado para superar adversidades.