Estratégias opostas marcam preparação de Fluminense e Rivadavia para decisão
Redação Sou Tricolor de Coração
Fluminense e Independiente Rivadavia adotaram abordagens distintas antes do confronto decisivo pela Libertadores. Enquanto o Tricolor apostou em uma vitória dramática contra o Palmeiras para recuperar a moral, o time argentino preservou titulares visando o embate em Mendoza.
MENDOZA (ARG) - Às vésperas do confronto crucial das oitavas de final da Libertadores, Fluminense e Independiente Rivadavia optaram por caminhos diferentes em suas preparações. O Tricolor carioca, sob o comando de Marcão, entrou com força máxima contra o Palmeiras no Maracanã e conquistou uma vitória eletrizante por 3 a 2, com direito a gol de virada de Germán Cano no apagar das luzes. Já o time argentino, liderado por Alfredo Berti, poupou seus principais atletas na derrota por 2 a 0 para o Belgrano, antecipando o embate com os cariocas.
Com três desfalques confirmados, Marcão não hesitou em utilizar peças-chave como Fábio, Guga, Martinelli, Hércules, Ganso, Canobbio, Hulk e Soteldo, buscando não só um resultado positivo, mas também um impulso emocional necessário após a saída de Zubeldía e um empate sem gols no primeiro jogo contra o Rivadavia. A estratégia surtiu efeito, revitalizando o ambiente do time.
Alfredo Berti, por sua vez, adotou uma abordagem cautelosa, priorizando o descanso de seus jogadores principais. Na partida do Campeonato Argentino, apenas Iván Villalba e Tomás Bottari, dentre os que enfrentaram o Fluminense no primeiro duelo, foram titulares. Mesmo com algumas substituições durante o jogo, incluindo a entrada de Álex Arce, a equipe não conseguiu evitar a derrota.
A decisão de Berti reflete a importância do torneio continental para o Rivadavia, que busca surpreender no cenário sul-americano. O embate em Mendoza promete ser acirrado, com o Fluminense confiante após sua recente vitória e o Rivadavia descansado e focado na classificação.
Com três desfalques confirmados, Marcão não hesitou em utilizar peças-chave como Fábio, Guga, Martinelli, Hércules, Ganso, Canobbio, Hulk e Soteldo, buscando não só um resultado positivo, mas também um impulso emocional necessário após a saída de Zubeldía e um empate sem gols no primeiro jogo contra o Rivadavia. A estratégia surtiu efeito, revitalizando o ambiente do time.
Alfredo Berti, por sua vez, adotou uma abordagem cautelosa, priorizando o descanso de seus jogadores principais. Na partida do Campeonato Argentino, apenas Iván Villalba e Tomás Bottari, dentre os que enfrentaram o Fluminense no primeiro duelo, foram titulares. Mesmo com algumas substituições durante o jogo, incluindo a entrada de Álex Arce, a equipe não conseguiu evitar a derrota.
A decisão de Berti reflete a importância do torneio continental para o Rivadavia, que busca surpreender no cenário sul-americano. O embate em Mendoza promete ser acirrado, com o Fluminense confiante após sua recente vitória e o Rivadavia descansado e focado na classificação.
Com informações de Lance Net.