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Erros reincidentes deixam Fluminense sob pressão na Libertadores

Redação Sou Tricolor de Coração
Erros reincidentes deixam Fluminense sob pressão na Libertadores

O Fluminense mantém viva a esperança na Libertadores, mas a repetição de erros compromete o desempenho do time. A vitória suada por 2 a 1 sobre o Bolívar expõe a necessidade de ajustes urgentes para seguir sonhando com a classificação.

O Tricolor das Laranjeiras protagonizou mais uma noite de altos e baixos no Maracanã, ao vencer o Bolívar por 2 a 1 na última terça-feira. Apesar do resultado positivo, o Fluminense segue repetindo falhas ao longo da campanha na Libertadores, o que deixa a equipe em uma situação delicada no torneio. A vitória evitou uma eliminação precoce, mas foi mais um exemplo do estilo "copia e cola" que tem marcado suas atuações, para o bem e para o mal.

A análise do técnico Maxi Cuberas faz sentido: mais uma vez, o Fluminense criou inúmeras chances para golear, como já havia acontecido contra o São Paulo, Operário e Vitória. No entanto, a equipe esbarrou em erros de finalização e decisões equivocadas no comando técnico. John Kennedy, que não fazia boa partida, foi substituído logo após marcar, minando o setor ofensivo. A entrada de Ganso, desconexo do ritmo da partida, pouco contribuiu. Savarino, apesar de não estar em seu melhor dia, permaneceu em campo.

Além disso, a defesa tricolor continua vazando com facilidade. Nos últimos 11 jogos, o time sofreu gols em 10 deles. A dupla Ignácio e Freytes, que já havia apresentado dificuldades no passado, voltou a cometer erros cruciais em um momento decisivo da competição. Hércules e Guilherme Arana também falharam na marcação.

Mesmo assim, o Fluminense se mantém vivo na Libertadores. Na última rodada, precisa vencer e torcer por um tropeço do Bolívar para seguir adiante. Foi um time que fez por merecer a queda nas rodadas iniciais, mas ainda tem chances de classificação.

Na partida contra o Bolívar, o Fluminense começou de forma promissora, com Lucho Acosta abrindo o placar aos cinco minutos, colocando o Maracanã em êxtase. O estádio, com mais de 60 mil tricolores, criou uma atmosfera vibrante, um cenário perfeito para o time garantir a vitória necessária. No entanto, a história se repetiu. O Bolívar, em um raro ataque, conseguiu o empate com facilidade, após erros de marcação que não se pode perdoar em jogos desse nível. O time desmoronou mentalmente, permitindo que o adversário ganhasse terreno no emocional dentro de campo.

No segundo tempo, o Fluminense buscou a reação, especialmente após a entrada de Castillo, que trouxe energia ao ataque. John Kennedy, antes de sair, conseguiu empatar e evitar uma eliminação precoce. Contudo, as substituições de Cuberas, que optou por Cano e Ganso, não surtiram o efeito desejado. Cano, sem ritmo, e Ganso, sem a intensidade necessária, não conseguiram dar a resposta esperada.

Apesar do cenário caótico, o Fluminense ainda teve chances de ampliar o placar. Samuel Xavier, Cano e Castillo quase marcaram o gol que poderia deixar a equipe em uma situação mais confortável para a última rodada. A vitória por 2 a 1, ainda que sofrida, mantém vivo o sonho da classificação, mas o Tricolor terá que corrigir suas falhas para sobreviver no torneio continental.

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Redação Sou Tricolor de Coração

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