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Dori relembra a paixão avassaladora de Bangladesh pelo Brasil e experiências inusitadas no futebol asiático

Redação Sou Tricolor de Coração
Dori relembra a paixão avassaladora de Bangladesh pelo Brasil e experiências inusitadas no futebol asiático

Com uma carreira inusitada no futebol asiático, Dori, ex-promessa do Fluminense, compartilha suas aventuras no Bangladesh e a paixão fervorosa dos bengaleses pelo futebol brasileiro. Ele relembra momentos marcantes em sua trajetória, desde a superação de uma fratura na mandíbula até ser o primeiro brasileiro a contrair Covid-19 na China.

Dori, ex-atacante revelado nas categorias de base do Fluminense, compartilha sua trajetória singular de 15 anos no futebol asiático, passando por países como China, Índia e, atualmente, Bangladesh. Aos 36 anos, ele aproveita o clima de Copa do Mundo para vivenciar a paixão dos bengaleses pelo futebol brasileiro, que é, segundo ele, uma verdadeira loucura. Durante esse período, conta que já se deparou com situações curiosas, como a utilização de charretes para chegar a estádios localizados em ruas estreitas.

"Em Bangladesh, os torcedores vibram com nomes como Pelé, Ronaldo, Ronaldinho, Cafu e Neymar. A devoção deles pelo futebol brasileiro é algo surreal. Na época da Copa, as cidades se transformam, com casas e carros pintados com as cores do Brasil", revela Dori, que atua pelo Bashundhara Kings, atual líder do campeonato local.

Além das curiosidades do cotidiano no futebol bengalês, Dori também relembra suas experiências na China, onde viveu um período de grande investimento no futebol local. "Quando jogadores famosos como Conca, Hulk, Tévez e Drogba chegaram, a liga ganhou uma visibilidade enorme. Mas a realidade financeira para muitos de nós permaneceu a mesma", comenta.

Dori também passou por momentos difíceis, como quando foi o primeiro jogador brasileiro a contrair Covid-19, um episódio que trouxe muito medo e incerteza. "Na época, pensei que minha carreira tinha acabado. Foi um susto enorme. O diagnóstico foi feito assim que desembarquei na China após uma pré-temporada na Tailândia", relembra o atacante.

Revelado pelo Fluminense, Dori atuou em apenas duas partidas pelo clube, mas a experiência foi marcante. Ele conta sobre a fratura na mandíbula que quase interrompeu sua carreira e destaca o apoio crucial da psicóloga do clube, Emily Lima, durante sua recuperação. "O Fluminense me formou como jogador e homem. Apesar dos desafios, guardo um carinho especial pelo clube."

Dori ainda expressa gratidão ao amigo e mentor Aloísio Chulapa, que o guiou em aspectos financeiros e profissionais durante sua passagem pelo Brasiliense. "Aloísio me ensinou muito, desde conselhos sobre o jogo até questões financeiras. Levo esses aprendizados comigo até hoje", finaliza Dori, com o coração repleto de histórias e experiências enriquecedoras.

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Redação Sou Tricolor de Coração

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