Desafios na Copa do Brasil: Empate sem Gols e Gramado Complicado para o Fluminense
Redação Sou Tricolor de Coração
O Fluminense empatou sem gols com o Operário em Ponta Grossa, em um jogo marcado pelo gramado ruim e ausência de jogadores importantes. O Tricolor lutou, mas encontrou dificuldades para superar as adversidades e se preparar para o próximo desafio.
Em uma partida disputada em Ponta Grossa, o Fluminense ficou no 0 a 0 com o Operário na estreia da Copa do Brasil 2026. O confronto, válido pela quinta fase, opôs o Tricolor carioca, em alta na Série A, a um Operário determinado na Série B. Apesar do favoritismo teórico, o Flu não conseguiu traduzir superioridade em gols, enfrentando um gramado em condições adversas no estádio Germano Krüger.
O técnico Luis Zubeldía e os jogadores não deixaram de mencionar a má qualidade do campo, que prejudicou a fluidez do jogo e impactou as duas equipes. No entanto, esse não foi o único fator responsável pela pouca produtividade ofensiva do Fluminense. A equipe, que se destaca por passes verticais e dinâmica no ataque, sentiu a falta de peças importantes como Lucho Acosta, lesionado há dez dias, e Savarino, poupado para a partida.
Zubeldía escalou três volantes, com Alisson mais avançado, na tentativa de equilibrar o meio-campo. Alisson se destacou ao buscar o jogo, mas a falta de entrosamento geral e a saída precoce de Martinelli, substituído aos cinco minutos por Otávio devido a dores na coxa, prejudicaram a criação de jogadas.
Os atacantes Serna e Canobbio não conseguiram encontrar soluções efetivas para furar a defesa adversária, e John Kennedy ficou isolado na frente. Mesmo com 57% de posse de bola e sete finalizações, o Flu não conseguiu transformar o domínio em resultado.
Por outro lado, a defesa do Tricolor mostrou solidez para segurar as investidas do Operário, que apostou na experiência de Aylon e Boschilia. Estreante da noite, Millán, ao lado de Ignácio, garantiu segurança na retaguarda tricolor.
Com a atenção agora voltada para o Campeonato Brasileiro, o Fluminense se prepara para enfrentar a Chapecoense no Maracanã. A partida de volta da Copa do Brasil está agendada para o dia 12 de maio, quando o Tricolor buscará a classificação com o apoio da sua apaixonada torcida.
O técnico Luis Zubeldía e os jogadores não deixaram de mencionar a má qualidade do campo, que prejudicou a fluidez do jogo e impactou as duas equipes. No entanto, esse não foi o único fator responsável pela pouca produtividade ofensiva do Fluminense. A equipe, que se destaca por passes verticais e dinâmica no ataque, sentiu a falta de peças importantes como Lucho Acosta, lesionado há dez dias, e Savarino, poupado para a partida.
Zubeldía escalou três volantes, com Alisson mais avançado, na tentativa de equilibrar o meio-campo. Alisson se destacou ao buscar o jogo, mas a falta de entrosamento geral e a saída precoce de Martinelli, substituído aos cinco minutos por Otávio devido a dores na coxa, prejudicaram a criação de jogadas.
Os atacantes Serna e Canobbio não conseguiram encontrar soluções efetivas para furar a defesa adversária, e John Kennedy ficou isolado na frente. Mesmo com 57% de posse de bola e sete finalizações, o Flu não conseguiu transformar o domínio em resultado.
Por outro lado, a defesa do Tricolor mostrou solidez para segurar as investidas do Operário, que apostou na experiência de Aylon e Boschilia. Estreante da noite, Millán, ao lado de Ignácio, garantiu segurança na retaguarda tricolor.
Com a atenção agora voltada para o Campeonato Brasileiro, o Fluminense se prepara para enfrentar a Chapecoense no Maracanã. A partida de volta da Copa do Brasil está agendada para o dia 12 de maio, quando o Tricolor buscará a classificação com o apoio da sua apaixonada torcida.