Das Laranjeiras à Sapucaí: a paixão tricolor que ecoa no Carnaval
Redação Sou Tricolor de Coração
O Carnaval carioca e o Fluminense têm uma conexão profundamente enraizada, manifestada através de escolas de samba como Mangueira, Portela e Grande Rio. Os desfiles, homenagens e momentos históricos destacam a influência do Tricolor na maior festa do mundo.
O Carnaval do Rio de Janeiro é mais do que uma festa; é uma expressão cultural que, muitas vezes, se entrelaça com a paixão pelo futebol. Neste domingo, a Sapucaí será palco para três escolas de samba que mantêm uma ligação especial com o Fluminense: Imperatriz Leopoldinense, Mangueira e Portela. A relação entre o Tricolor e o Carnaval é antiga e está repleta de histórias fascinantes.
Um dos momentos mais significativos dessa ligação é a conexão com o lendário sambista Cartola, um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira e fervoroso torcedor do Fluminense. Tanto que, em 2023, o clube homenageou Cartola com um uniforme especial que mesclava as cores verde e rosa da Mangueira, além de um patch com a sua imagem e a letra da famosa "Corra e Olhe o Céu".
Curiosamente, as cores da Mangueira têm inspiração nas cores do Fluminense. De acordo com Ronaldo Silva de Oliveira, filho de Cartola, a intenção original era usar o grená, mas a falta desse tecido nas lojas da época resultou na escolha do rosa. Assim, nasceu a icônica combinação verde e rosa da Mangueira.
A conexão do Fluminense com o Carnaval também está presente na Beija-Flor. Em 1986, jogadores e funcionários do clube desfilaram com a escola de Nilópolis, num enredo que destacou o universo do futebol. Embora não tenha conquistado o título, o desfile ficou em segundo lugar, marcado por fortes chuvas que dificultaram a apresentação.
A história da Grande Rio também é entrelaçada com o Fluminense. Fundada em 1971 pela união de quatro escolas de Duque de Caxias, a Grande Rio surgiu inspirada no Tricolor, refletindo a paixão de seu fundador Milton Perácio pelo clube.
Em 2003, a Acadêmicos da Rocinha celebrou o centenário do Fluminense com um samba-enredo que ressaltava as glórias e tradições do clube. Embora a escola não tenha alcançado as primeiras posições, a homenagem permanece viva na memória dos tricolores.
O Fluminense também esteve presente na Sapucaí em 2014, quando Deco representou o clube num desfile da Imperatriz Leopoldinense que homenageava Zico. A escola voltou a celebrar o Tricolor em 2020, mencionando o clube durante um desfile em homenagem a Lamartine Babo, compositor do hino do clube.
A Portela é lembrada nas arquibancadas do Maracanã, onde uma adaptação de seu famoso samba de 1995, "Gosto que me Enrosco", é entoada pela torcida. O mesmo ocorre com a escola Salgueiro e seu clássico "Peguei um Ita no Norte".
Esses momentos, entre outros, são prova do amor e da influência do Fluminense no coração pulsante do Carnaval carioca, celebrando um legado que ressoa tanto nos gramados das Laranjeiras quanto na passarela do samba.
Um dos momentos mais significativos dessa ligação é a conexão com o lendário sambista Cartola, um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira e fervoroso torcedor do Fluminense. Tanto que, em 2023, o clube homenageou Cartola com um uniforme especial que mesclava as cores verde e rosa da Mangueira, além de um patch com a sua imagem e a letra da famosa "Corra e Olhe o Céu".
Curiosamente, as cores da Mangueira têm inspiração nas cores do Fluminense. De acordo com Ronaldo Silva de Oliveira, filho de Cartola, a intenção original era usar o grená, mas a falta desse tecido nas lojas da época resultou na escolha do rosa. Assim, nasceu a icônica combinação verde e rosa da Mangueira.
A conexão do Fluminense com o Carnaval também está presente na Beija-Flor. Em 1986, jogadores e funcionários do clube desfilaram com a escola de Nilópolis, num enredo que destacou o universo do futebol. Embora não tenha conquistado o título, o desfile ficou em segundo lugar, marcado por fortes chuvas que dificultaram a apresentação.
A história da Grande Rio também é entrelaçada com o Fluminense. Fundada em 1971 pela união de quatro escolas de Duque de Caxias, a Grande Rio surgiu inspirada no Tricolor, refletindo a paixão de seu fundador Milton Perácio pelo clube.
Em 2003, a Acadêmicos da Rocinha celebrou o centenário do Fluminense com um samba-enredo que ressaltava as glórias e tradições do clube. Embora a escola não tenha alcançado as primeiras posições, a homenagem permanece viva na memória dos tricolores.
O Fluminense também esteve presente na Sapucaí em 2014, quando Deco representou o clube num desfile da Imperatriz Leopoldinense que homenageava Zico. A escola voltou a celebrar o Tricolor em 2020, mencionando o clube durante um desfile em homenagem a Lamartine Babo, compositor do hino do clube.
A Portela é lembrada nas arquibancadas do Maracanã, onde uma adaptação de seu famoso samba de 1995, "Gosto que me Enrosco", é entoada pela torcida. O mesmo ocorre com a escola Salgueiro e seu clássico "Peguei um Ita no Norte".
Esses momentos, entre outros, são prova do amor e da influência do Fluminense no coração pulsante do Carnaval carioca, celebrando um legado que ressoa tanto nos gramados das Laranjeiras quanto na passarela do samba.