Ataque tricolor enfrenta desafios: John Kennedy lidera finalizações no Flu
Redação Sou Tricolor de Coração
Apesar de criar muitas chances, o Fluminense tem enfrentado dificuldades para converter finalizações em gols na Libertadores. John Kennedy desponta como o principal finalizador do time tricolor, mas a eficiência ainda preocupa o técnico Luis Zubeldía e a torcida.
A estreia do Fluminense na Libertadores 2026 contra o La Guaira, no Maracanã, trouxe à tona um dos principais desafios que o técnico Luis Zubeldía enfrenta nesta temporada: a dificuldade em transformar finalizações em gols. Foram 18 tentativas na partida, que terminou sem balançar as redes adversárias, gerando frustração entre os torcedores tricolores.
A ineficiência no ataque se tornou uma pauta constante nas coletivas de Zubeldía e entre os jogadores, que reconhecem a necessidade de melhorar a pontaria para seguir forte na competição continental. O Fluminense, nesta temporada, precisa em média de 9,68 chutes para marcar um gol, índice que o coloca entre os menos eficientes do campeonato, superando apenas equipes como Bragantino, Vasco, Mirassol e Corinthians.
John Kennedy, jovem promessa de Xerém, se destaca como o principal artilheiro em chutes realizados, somando 43 finalizações e sete gols, o que representa uma média de um gol a cada 6,14 tentativas. Outros nomes no ataque tricolor, como Canobbio, Serna, Savarino e Lucho Acosta, também contribuem para o volume de jogo, mas ainda buscam maior precisão.
No Brasileirão, John Kennedy lidera as finalizações certeiras com 18 acertos, à frente de jogadores como Carlos Vinícius, do Grêmio, e Viveros, do Athletico-PR. A torcida tricolor, sempre apaixonada e exigente, espera que o trabalho de Zubeldía em campo comece a se refletir nos placares, resgatando a contundência ofensiva que sempre caracterizou o Fluminense.
Com os próximos desafios do calendário, a expectativa é que o ataque tricolor encontre o equilíbrio necessário entre criação e finalização, para dar sequência a uma temporada promissora e recheada de conquistas. A torcida aguarda ansiosa por mais comemorações de gols nas arquibancadas do Maracanã.
A ineficiência no ataque se tornou uma pauta constante nas coletivas de Zubeldía e entre os jogadores, que reconhecem a necessidade de melhorar a pontaria para seguir forte na competição continental. O Fluminense, nesta temporada, precisa em média de 9,68 chutes para marcar um gol, índice que o coloca entre os menos eficientes do campeonato, superando apenas equipes como Bragantino, Vasco, Mirassol e Corinthians.
John Kennedy, jovem promessa de Xerém, se destaca como o principal artilheiro em chutes realizados, somando 43 finalizações e sete gols, o que representa uma média de um gol a cada 6,14 tentativas. Outros nomes no ataque tricolor, como Canobbio, Serna, Savarino e Lucho Acosta, também contribuem para o volume de jogo, mas ainda buscam maior precisão.
No Brasileirão, John Kennedy lidera as finalizações certeiras com 18 acertos, à frente de jogadores como Carlos Vinícius, do Grêmio, e Viveros, do Athletico-PR. A torcida tricolor, sempre apaixonada e exigente, espera que o trabalho de Zubeldía em campo comece a se refletir nos placares, resgatando a contundência ofensiva que sempre caracterizou o Fluminense.
Com os próximos desafios do calendário, a expectativa é que o ataque tricolor encontre o equilíbrio necessário entre criação e finalização, para dar sequência a uma temporada promissora e recheada de conquistas. A torcida aguarda ansiosa por mais comemorações de gols nas arquibancadas do Maracanã.